domingo

Amor ou amizade? Eis a questão...


Josh: Ei, senhorita Anne. - disse Josh se aproximando correndo de Anne.
Anne: Oi Josh! Que estranho. - disse Anne entre risos
Josh: O que?
Anne: Você me chamar assim, de senhorita.
Josh: Ah, me educaram a tratar as pessoas assim. Pronomes... você conhece. Como vai você?
Anne: Entendo, mas é estranho mesmo assim. Estou bem, estou indo para casa e você? Faz tempo que não lhe via.
Josh: Agora estou bem, estava tendo uns problemas. Nada que eu não pudesse resolver. 
Anne: Hum... Está bem mesmo, não é? 
Josh: Estou sim. É... eu queria saber se você tem algo para fazer no sábado? 
Anne: Este sábado agora? Hum... tenho, vou na casa do David, combinei com ele de ensiná-lo Química e depois vou para casa dos meus avós. Tem dias que não os vejo, vou dormir lá. Por que?
Josh: Por nada, esquece. Nos vemos depois. Até mais.
Anne: Josh, espere. Vai vir amanhã?

Josh saiu rapidamente logo após se despedir, não fez questão de ouvir o que Anne tinha mais a dizer. Seu sentimento por ela era forte, assim como a esperança. Os dias em que tinha "sumido", foi por causa tortura que estava sofrendo por ter que conviver com ela, como se não sentisse nada, como se existisse nele apenas aquele sentimento de amigo ou colega. E durante esse dias pensou e tomou coragem. Iria chamá-la para sair e lhe dizer o que sentia, até ouvir o que ela disse e o fazer perder o chão, a coragem e a esperança.

Anne: O Josh está estranho! - Comentou Anne com a Clarice.
Clarice: O que? Ele veio hoje? Nem o vi. Por que acha isso?
Anne: Ele me perguntou se eu tinha algo para o sábado. Eu disse que iria na casa do David ensiná-lo Química, depois iria para a casa dos meus avós e dormiria por lá. Depois ele mau se despediu e saiu rapidamente, nem respondeu se viria amanhã.
Clarice: Hum... Isso está me cheirando aquilo que você diz que sente pelo David.
Anne: Será? Mentira...
Clarice: Sei não, não sei de nada.

Assim começa a surgir uma dúvida a respeito disso na cabeça de Anne. Com isso, havia também começado a ficar confusa e sem saber o que fazer para entender o que realmente se estava acontecendo. Mas eram apenas dúvidas, nenhuma certeza de nada. 

To be continued....

quinta-feira

Anne e Cia...


Anne: Sabe quando você não pretende gostar de uma pessoa e de repente você se apaixona? 
Clarice: Não sei não.
Anne: Então... Até ai eu também não sabia.
Clarice: Mas por que diabos está me falando isso? Você está estranha.
Anne: Eu que sei. Estou começando a amar. Estou tendo o tal frio na barriga. Quando vejo o David minhas pernas ficam bambas. Sinto saudades de quando ele me abraça, porque o abraço dele não é como o seu, como o do meu pai ou da minha mãe ou até mesmo o do meu irmão. É diferente, é único, apenas o seu abraço que me satisfaz, como uma droga, sabe? Não combinamos em nada e ao mesmo tempo temos tudo em comum. Ora pois, não somos cópias e mais cópias, temos que possuir algo diferente. 
Clarice: Hum...
Anne: Às vezes penso que amar é bom, porque lembramos de cada detalhe que reparamos e gostamos na pessoa. O sorriso dele por exemplo, é o mais lindo que já vi. Assim como os olhos azuis que distantemente ou próximamente combinam com os meus olhos cinzas. E o cabelo cacheado então? Loiro escuro e ao mesmo tempo claro, sei lá, tão lindo, tão dele.
Clarice: Você está falando como essas menininhas ai de 12, 13 anos. 
Anne: E eu não sei? Talvez esteja falando assim, por eu ter pulado esse processo.
Clarice: Que processo?
Anne: Esse mesmo que você falou. De eu me apaixonar nessa idade. 
Clarice: E o que isso tem haver?
Anne: Se eu tivesse apaixonado nesse idade, eu não falaria assim hoje. É mais ou menos parecido com o seu caso de não saber cozinhar... Se tivesse tentando antes, talvez saberia hoje.
Clarice: Cala a boca e vamos estudar logo. Esse papo de "amorzinho" não nos leva a nada...
Anne: Veremos quando encontrar o seu Romeu.

As duas gargalharam juntas!

To be continued...
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